Viajar é preciso!

 

As buscas por diferentes alternativas para poder viajar estão cada vez mais intensas, uma das mais procuradas no momento é o intercâmbio, os jovens estão buscando por opções que possibilitam trabalhar e estudar no exterior.

Além disso, também tem aqueles que querem apenas morar ou trabalhar no exterior, há muitas vagas e oportunidades para quem sonha em sair do país, em diversos departamentos, no entanto os lugares mais buscados para instalação de grandes centros de desenvolvimento e atendimento são Polônia e Índia por conta do baixo custo de vida e incentivo fiscal, com isso abre portas para muitos profissionais em diversas áreas.

Por que viajar?

A viagem, e de certa forma o turismo, caracterizam-se hoje pela possibilidade de definir o homem pós-moderno. De acordo com alguns levantamentos, as publicidades atuais, o homem deve viajar pelo menos uma vez no ano para lugares nunca antes visitados. Assim, viajar não é supérfluo. A viagem permite uma qualidade de  vida favorável, pois ela cura, combate o stress cotidiano e oferece a possibilidade de se vivenciar sensações únicas, além de deixar  o viajante imerso em uma nova cultura, de forma a modificar sua percepção da vida. A viagem proporciona o conhecimento.

Esse desejo de mudança, de circulação e de mobilidade é antigo, porém o turismo nasceu em meados do século XIX, em meio a uma transformação profunda do mundo. Os países europeus, principalmente a Inglaterra, passavam por uma grande mudança, em razão do início do capitalismo industrial. O aparecimento de grandes indústrias, extremamente ligadas ao desenvolvimento científico e tecnológico, foi um fator determinante do surgimento e da expansão da viagem turística.

Fatores importantes para o turismo

O desenvolvimento do turismo está ligado diretamente à configuração das relações de trabalho no modo de produção capitalista, em que os trabalhadores são remunerados pelo trabalho despendido na produção de mercadorias, portanto, a prever um tempo destinado ao descanso e ao lazer. Esse tempo livre transformou-se ainda mais com o descanso semanal e as férias pagas. O turismo de massa é incentivado, já que o trabalhador tem a possibilidade de viajar nas férias.

A viagem também é importante na sua forma básica de deslocamento. O percurso tem seu valor. O caminho é rico, é prazeroso. Surgem a partir disso, muitas figuras emblemáticas: Dionísio puxado por seu carro de tigres, símbolo da errância, Dom Quixote, símbolo do escapismo lúdico, ou On The Road, a errância juvenil, presente em muitas culturas.

Características de um viajante

Para o viajante, ter identidade é não ter casa, ou seja, pertencer ao grupo, ao lugar. Sua identidade, portanto é não ter identidade. É desfazer de sua identidade, buscar o estranhamento, viajar é traçar uma linha, quem resolve partir se põe em movimento, abre caminhos, percorre o espaço. A viagem é um processo de desenraizamento, construção de uma nova cartografia. Tudo é partida, evasão, passagem.

O viajante não age somente sobre seu ser, mas provoca também inquietações por onde passa. Os viajantes criam uma distância do que eles deixaram para trás. Aqueles que partiram são estrangeiros permanentes: “São aqueles que vêm do nada e partem para lugar nenhum, o viajante, não tem nome nem história. Aparece apenas para tudo mudar e então partir novamente.

Destinos Imperdíveis



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